Há uma diferença entre dizer que um resort cuida do ambiente e ter, na costa onde existe, um peixe-boi-marinho com nome, cicatriz e história. O Tinga tem uma cicatriz que o torna inconfundível. Sobreviveu a uma ferida grave, causada por intervenção humana, e continua a aparecer nesta costa; não vive em um santuário, escolhe estar aqui.
Quando chega uma família com crianças, o Kenoa entrega uma caixa de madeira com o nome Tinga gravado. Dentro, uma pelúcia sem cicatriz, uma caneta cor de âmbar e um guia. A criança aprende que o Tinga foi ferido, que sobreviveu, e que a cicatriz é a prova de que é forte, e então faz essa cicatriz, com as próprias mãos, de um jeito que nunca será igual ao de mais ninguém. Torna-se Guardiã do Tinga.
O Tinga chegou antes de nós. Queremos garantir que fique depois de nós.